Falam da vida como se fossem equações, como se fossemos variáveis. Não que não sejamos, mas nem sempre precisamos de denominadores. Nem sempre que existe união existe igualdade, por mais que a diferença seja simétrica, não podemos ser passados de um lado para o outro, muito menos realizar operações equivalentes dos dois lados sem ter efeito colateral.
Na vida não existe Inclusão, nada é finito, nada é infinito e nada é um simples intervalo.
Esqueça relacionamentos Bijetores, é matematicamente impossível. Eles vão continuar sendo no mínimo sobrejetores e no máximo injetores.
Não podemos jogar tudo num diagrama e simplesmente deixar mais fácil de se enxergar as coisas. Não podemos considerar intersecção, um simples encontro, muito menos usar um x, um y, quadrantes e procurar simetrias.
Função "A" vai ser função "A", Função "B" vai ser função "B", e se por acaso elas se encontrarem em algum intervalo de tempo e possuam mesmo domínio, continuarão sendo função "A" e função "B".
Vamos parar de procurar domínios. ESQUEÇA OS PLANOS, respeite o comportamento seja ele qual for. Aceite os Limites, mantenhas-se constantemente variável, Seja par sendo ímpar, monotônicamente periódico e não se prenda as definições. Assim você vai se sentir no mínimo cartesiano.
Não se prenda as definições já escritas, crie novas!
Há certo gosto em pensar sozinho. É ato individual, como nascer e morrer. Carlos Drummond de Andrade
Total de Arqueólogos frustrados
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Relato.
Com esse peso que me consome dentro do peito e me impede de mover,
fiquei paralisado.
Talvez pela vontade de nada fazer, talvez, pela força que me exonerava
da realidade inerente a minha felicidade.
Enquanto via o mundo passar, lia os relatos de acontecimentos singelos, mas de grande influência nos frágios momentos que passava.
Sendo os fatos não ocorrentes desestimulantes pensei muitas vezes no que poderia ser feito, mas não achava uma solução para tal problema.
Dias se passam, e continuei seguindo um caminho que não sabia onde iria parar, sim eu não tinha um destino definido, apenas queria conhecer um outro lado do mundo, já que a velha TV da minha casa já não captava os sinais de costume, e o medo da nova programação não me deixava experimentar.
A agonia de não saber onde eu iria parar me levou a tentar um atalho próximo, mesmo contra a vontade de alguns, e até a minha as vezes me guardei por muitos dias, até decidir. "Não quero ver TV nessa janela".
Enfim tomei coragem e liguei a TV no jornal, assumi ser parte do noticiário e mesmo sem querer levantar da poltrona fui manchete.
Ainda não sei se foi o melhor a fazer, ou se é o melhor que podia ser feito, mas foi feito, e isso é mais importante nesse momento dúbio.
E aquele peso, continua no mesmo lugar, porem vem junto com uma coisa que a explicação mais próxima que consigo é “aumento de gravidade”.
fiquei paralisado.
Talvez pela vontade de nada fazer, talvez, pela força que me exonerava
da realidade inerente a minha felicidade.
Enquanto via o mundo passar, lia os relatos de acontecimentos singelos, mas de grande influência nos frágios momentos que passava.
Sendo os fatos não ocorrentes desestimulantes pensei muitas vezes no que poderia ser feito, mas não achava uma solução para tal problema.
Dias se passam, e continuei seguindo um caminho que não sabia onde iria parar, sim eu não tinha um destino definido, apenas queria conhecer um outro lado do mundo, já que a velha TV da minha casa já não captava os sinais de costume, e o medo da nova programação não me deixava experimentar.
A agonia de não saber onde eu iria parar me levou a tentar um atalho próximo, mesmo contra a vontade de alguns, e até a minha as vezes me guardei por muitos dias, até decidir. "Não quero ver TV nessa janela".
Enfim tomei coragem e liguei a TV no jornal, assumi ser parte do noticiário e mesmo sem querer levantar da poltrona fui manchete.
Ainda não sei se foi o melhor a fazer, ou se é o melhor que podia ser feito, mas foi feito, e isso é mais importante nesse momento dúbio.
E aquele peso, continua no mesmo lugar, porem vem junto com uma coisa que a explicação mais próxima que consigo é “aumento de gravidade”.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Transporte Ativo.
Quanto mais me esforço, mais consigo isolar uma coisa que quero que seja só minha,
Quanto mais eu tento, mais concentro no meu ego essa substancia estranha,
Tento tirar o comum, o que me deixa mais leve, mas esse arranjo de substancias incomoda muito,
E quanto mais se concentra, mais ácido fica.
Quero reverter o processo,
Quero me manter turgido, pois assim não dá!
Não dá porque é preciso manter um equilíbrio, é preciso balancear
Na balança da vida, nem sempre se tem dois lados iguais.
Fatos Isômeros, Isômeros Ópticos mas no fundo uma Tautomeria só.
Formulas complexas que se demonstram instáveis,
Ligações químicas em comum?
Química?
Quanto mais eu tento, mais concentro no meu ego essa substancia estranha,
Tento tirar o comum, o que me deixa mais leve, mas esse arranjo de substancias incomoda muito,
E quanto mais se concentra, mais ácido fica.
Quero reverter o processo,
Quero me manter turgido, pois assim não dá!
Não dá porque é preciso manter um equilíbrio, é preciso balancear
Na balança da vida, nem sempre se tem dois lados iguais.
Fatos Isômeros, Isômeros Ópticos mas no fundo uma Tautomeria só.
Formulas complexas que se demonstram instáveis,
Ligações químicas em comum?
Química?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Sem meias palavras
Sem meias Voltas, O inexplicável acontece por meios justificáveis.
O injustificável se recompõe em ar e vem à tona, permitindo-me respirar.
Respirar, como se já não a tivesse há muito tempo.
E aquela dança!?
Talvez ainda esteja a tempo.
Talvez ainda esteja a tempo.
Talvez ainda haja musica!
Mas, se não houver, ponha-se outra moeda,
Aperta-se o play novamente,
E espero pela canção predileta.
Sem meias palavras.
Sem meias palavras.
domingo, 2 de janeiro de 2011
"como vovó ja dizia"
Como uma fila de dominó, uma pilha de copos tudo que construímos nessa vida se acaba.
Sei que antes de pensar em construí-las poderíamos pensar num vento ou numa força externa que derrubaria tudo, mas nos preocupamos ontem com essa pilha cada vez mais alta que acabamos deixando o vento derrubar. Por mais triste que seja minha vó sempre já dizia, não adianta chorar pelo leite derramado, e nesse ritmo eu sigo, no ritmo de minha vó, lento mas sempre achando que é o melhor caminho.
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