Com esse peso que me consome dentro do peito e me impede de mover,
fiquei paralisado.
Talvez pela vontade de nada fazer, talvez, pela força que me exonerava
da realidade inerente a minha felicidade.
Enquanto via o mundo passar, lia os relatos de acontecimentos singelos, mas de grande influência nos frágios momentos que passava.
Sendo os fatos não ocorrentes desestimulantes pensei muitas vezes no que poderia ser feito, mas não achava uma solução para tal problema.
Dias se passam, e continuei seguindo um caminho que não sabia onde iria parar, sim eu não tinha um destino definido, apenas queria conhecer um outro lado do mundo, já que a velha TV da minha casa já não captava os sinais de costume, e o medo da nova programação não me deixava experimentar.
A agonia de não saber onde eu iria parar me levou a tentar um atalho próximo, mesmo contra a vontade de alguns, e até a minha as vezes me guardei por muitos dias, até decidir. "Não quero ver TV nessa janela".
Enfim tomei coragem e liguei a TV no jornal, assumi ser parte do noticiário e mesmo sem querer levantar da poltrona fui manchete.
Ainda não sei se foi o melhor a fazer, ou se é o melhor que podia ser feito, mas foi feito, e isso é mais importante nesse momento dúbio.
E aquele peso, continua no mesmo lugar, porem vem junto com uma coisa que a explicação mais próxima que consigo é “aumento de gravidade”.
2 Frustrações:
Huum, não sabia que você tinha essa coisa linda que chamamos de dom pra escrever ! Liindo demais Lipiin... amei ! :****
Escritura a todo vapor!
=***
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